‘O que deu para fazer em matéria de história de amor’, de Elvira Vigna

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‘O que deu para fazer em matéria de história de amor’ me atraiu pela aparente despretensão que carrega no título. Imaginei que se tratasse de uma história onde a narradora estivesse exaurida de escrever sobre amores perfeitos, ou que tivesse uma história de amor da melhor qualidade pra contar mas não sabia qual a melhor forma de fazê-lo. Para tirar a dúvida do que se tratava o livro, arranquei-o da prateleira da livraria e o trouxe para casa.

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‘O Torreão’, de Jennifer Egan

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Jennifer Egan é ousada, para dizer o mínimo. Escreve uma ficção não óbvia, empolgante e inovadora. Ela é autora do aclamadíssimo ‘A visita cruel do tempo’, livro que venceu o prêmio Pulitzer de Ficção de 2011, além do prêmio National Book Critics Circle Award do mesmo ano. (Resenhei ‘A Visita’ aqui: a-visita-cruel-do-tempo-de-jennifer-egan).

‘O Torreão’, mais recente livro da autora lançado pela editora Intrínseca, na verdade veio antes de ‘A Visita’. ‘O Torreão’ foi lançado em 2006 nos Estados Unidos.

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‘Sonhos de Trem’, de Denis Johnson

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‘Sonhos de Trem’ tem parcas 88 páginas que me foram um verdadeiro suplício terminar de ler por inteiro. Nunca antes um livro tão fininho me deu tanto trabalho para ser lido. Não que tenha levado muito tempo. Poucas horas de leitura e ele deu-se por encerrado. A questão é: não lembro de ter lido este ano um livro tão insosso. ‘Sonhos de Trem’ faz oficialmente companhia ao igualmente sem sabor ‘Carta a D’, livretinho de André Gorz que resenhei aqui: http://migre.me/9uBLz.

Denis Johnson é um escritor alemão que nesta obra se propôs a contar uma história bem simples: Robert Grainier é um madereiro tímido e recluso que constrói trilhos de trem em cidadelas nos Estados Unidos dos anos 20. Ele tem uma vida simples e pacata até que perde a mulher e a filha num grande incêndio que destrói sua casa. A partir de então Grainier atravessa seus dias lidando com os vazios deixados pela morte inesperada de sua família.

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‘As Correções’, de Jonathan Franzen

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Comprei ‘As Correções’ há exatamente um ano e o deixei repousando na prateleira. Isso sem remorso algum. Acredito piamente que os livros possuem hora certa para serem lidos. Não cabe a mim estipular que hora é essa. Apenas obedeço ao seu comando quando ela chega.

Esta semana estive doente, e em meus aparentemente infindáveis momentos de repouso receitados pelo médico, encontrei o momento certo para ler este que é o primeiro romance do escritor norte-americano Jonathan Franzen.

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‘Bonsai’, de Alejandro Zambra

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‘Bonsai’ é um livretinho de módicas 64 páginas que me custou baratinhos 20 reais na Livraria Cultura. Ao final da leitura, ‘Bonsai’ me fez pensar que, a despeito de qualquer aparente contradição, ele foi um dos maiores livrões que li este ano e um dos meus melhores investimentos literários. Explico-me.

‘Bonsai’ é o livro mais famoso do escritor chileno Alejandro Zambra, tendo vencido o prêmio do Conselho Nacional do Livro do Chile em 2006. Ele conta a história de Julio e Emilia, dois estudantes de literatura que se conhecem em um grupo de estudos na faculdade e começam a namorar. O casal se enamora entre muitas leituras de livros de diversos autores até que se depara com o conto Tantalia, de Macedonio Fernández. O conto intriga os dois ao versar sobre um casal que se utiliza de um bonsai como símbolo de sua relação.

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‘O Livro de Areia’, de Jorge Luis Borges

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Ano passado tive o privilégio de conhecer Buenos Aires em uma viagem que fiz em família. Ótima experiência. Lá, conheci um argentino chamado Javier, com quem troquei algumas ideias sobre livros.

Quando falei que gostava de literatura argentina, ele rapidamente me perguntou: ‘Mas qual seu time? Julio Cortázar ou Jorge Luis Borges? Não pode gostar dos dois, é contra as regras!’ E rindo, me explicou que alguns argentinos têm o costume de rivalizar Borges e Cortázar. Quem gosta de um, necessariamente não gosta do outro.

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