‘Um Homem: Klaus Klump’, de Gonçalo M. Tavares

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‘Um Homem: Klaus Klump’ é o livro de estreia da tetralogia ‘O Reino’, escrita pelo angolano radicado em Portugal Gonçalo M. Tavares. Os demais livros da série são ‘A Máquina de Joseph Walser’, ‘Jerusalém’ e ‘Aprender a rezar na era da técnica’. ‘Jerusalém’, a mais aclamada dentre as obras de ‘O Reino’, recebeu o Prêmio José Saramago em 2005, com direito a elogios acalorados do próprio Saramago, que, descontraído, disse que Tavares escrevia tão bem tendo apenas 35 anos que dava ‘vontade de lhe bater’.

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‘Como ficar sozinho’, de Jonathan Franzen

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‘Como ficar sozinho’ é uma coletânea de ensaios do escritor norte-americano Jonathan Franzen, autor dos aclamados ‘Liberdade’ e ‘As Correções’. Publicados originalmente nos livros ‘How to be alone’ (2003) e ‘Farther Away’ (2012) e também na revista ‘New Yorker’, os ensaios são uma inserção do escritor na não-ficção tal como ele já havia feito com a publicação de ‘A Zona do Desconforto’, livro de ensaios lançado em 2008 no Brasil.

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‘Dentes Negros’, de André de Leones

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Atinei para a existência do escritor André de Leones vendo (pela internet, infelizmente) a primeira mesa de debates da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que ocorreu na manhã da última quinta-feira. O evento findou-se hoje. A mesa, intitulada ‘Escritas da finitude’, trouxe o tema da morte como inspiração para a literatura. Presentes à mesa, além de André de Leones, estavam os escritores Altair Martins e Carlos de Brito e Mello.

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‘O Amante’, de Marguerite Duras

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Foi por meio da coleção portátil da editora Cosac Naify que tive acesso ao livro ‘O Amante’, da escritora francesa nascida no Vietnã Marguerite Duras. A edição me custou cerca de 22 reais na Livraria Cultura e me trouxe um conteúdo literário que muito me surpreendeu.

Duras é amplamente conhecida por ser cineasta, além de escritora. Dentre seus filmes mais aclamados está ‘India Song’.

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‘Respiração Artificial’, de Ricardo Piglia

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Ricardo Piglia é um dos grandes nomes da literatura argentina. O escritor despertou minha curiosidade por produzir uma literatura que transita entre a crítica e a ficção, além de ser fortemente influenciado por Jorge Luís Borges, um dos meus autores argentinos favoritos. (Resenhei um livro de Borges aqui: http://marinasolon.com/o-livro-de-areia-de-jorge-luis-borges/).

‘Respiração Artificial’, o primeiro livro de Piglia que me caiu nas mãos, foi lançado em 1980 e recebeu o prêmio Boris Vian de romance em 1981. A narrativa começa em 1976, ano em que os militares tomaram o poder na Argentina e instauraram uma ditadura que se estenderia pelos próximos sete anos.

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