‘O sentido de um fim’, de Julian Barnes

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‘O sentido de um fim’ encabeça a lista dos livros mais emocionantes que li este ano.

Em pouco menos de 200 páginas, o escritor inglês Julian Barnes consegue falar de forma arrebatadora sobre memória, tempo, ilusões, perdas e dúvidas. A história é uma intensa reflexão sobre a falibilidade do existir.

Dono de uma escrita envolvente, o autor prende a atenção do leitor ao contar a história de Tony Webster, sessentão divorciado e aposentado, que ao receber uma herança inesperada se vê remetido a um passado pouco compreendido por ele próprio.

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‘Como desaparecer completamente’, de André de Leones

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‘Como desaparecer completamente’ é o terceiro livro do escritor goiano André de Leones, tendo sido publicado em 2010, logo antes de ‘Dentes Negros’, que foi lançado em 2011. (Falei sobre ‘Dentes Negros’ aqui: dentes-negros-de-andre-de-leones)

Depois de me surpreender com a leitura de ‘Dentes Negros’, resolvi vasculhar a obra de André de Leones e comprar mais um de seus livros. Decidi adquirir ‘Como desaparecer completamente’ por ser ele um dos lançamentos mais recentes do autor e também, devo admitir, por ter o mesmo título de uma das minhas músicas preferidas do Radiohead.

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‘Ar de Dylan’, de Enrique Vila-Matas

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‘Ar de Dylan’ é o último livro lançado pelo escritor catalão Enrique Vila-Matas, que esteve no Brasil em maio durante a última Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Na ocasião o escritor participou da mesa ‘Apenas Literatura’ ao lado do escriba chileno Alejandro Zambra, autor de ‘Bonsai’ (bonsai-de-alejandro-zambra). Vila-Matas também teve a incubência de assumir a mesa vaga pela ausência do escritor e ensaísta francês J.M.G.Le Clézio, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 2008, que de última hora desmarcou a participação na Flip. Nesta mesa, Vila-Matas apenas leu fragmentos de ‘Ar de Dylan’, postura que dividiu opiniões dos presentes na Tenda dos Autores.

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‘Uma história de amor real e supertriste’, de Gary Shteyngart

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Gary Shteyngart é mais um dos autores que conheci por meio da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) e que me aguçou a curiosidade. Descendente de russos, nasceu na então Leningrado (atual São Petersburgo) em plena Guerra Fria. Os pais, judeus, resolveram largar o que tinham e tentar a vida nos Estados Unidos quando Gary tinha apenas sete anos.

Dono de uma personalidade carregada de traços de sátira e acidez sem abrir mão do bom humor, o escritor me chamou atenção ao participar da penúltima mesa da Festa, denominada ‘Entre Fronteiras’. A ocasião foi um bate-papo com o escritor Hanif Kureishi, que é filho de paquistaneses e vive na Inglaterra, sobre identidade e condição de estrangeiro nas obras de ambos os autores.

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