‘Venenos de Deus, remédios do Diabo’, de Mia Couto

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‘Venenos de Deus, remédios do Diabo’ foi minha leitura de estreia com a literatura do jornalista, biólogo e escritor moçambicano Mia Couto.

Couto é atualmente considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique, sendo o escritor moçambicano mais traduzido para as mais diversas línguas.

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‘A visita cruel do tempo’, de Jennifer Egan

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Um livro não ganha um Pulitzer por acaso. Foi o que pensei quando pela primeira vez parei o olhar sobre a capa de ‘A visita cruel do tempo’, onde está escrito em letras garrafais que a obra foi digna dessa honraria.

O Pulitzer é um prêmio norte-americano coordenado pela Universidade de Columbia que destaca produções na área de jornalismo, literatura e música. Ao menos na área de jornalismo, o Pulitzer americano é comparável ao Prêmio Esso de jornalismo brasileiro. Os prêmios Pulitzer são concedidos anualmente a 21 categorias de trabalhos. Em vinte dessas categorias os vencedores recebem um prêmio de dez mil dólares e um certificado.

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Enquanto o sono não vem

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Tenho madrugadas insones há pouco mais de sete anos. Contabilizo que absolutamente todas as dos últimos cinco atravessei segurando a vontade de te ligar pra falar que às 3:27 sinto mais saudade da ruguinha que se forma logo abaixo do teu olho esquerdo quando você sorri do que senti às 2:52.

Ou então que hoje, enquanto caminhava no parque à procura de ideias que flutuam a esmo por aí, vi duas crianças correndo soltas e escolhi o nome das nossas filhas. Imaginei se você gostaria que uma de nossas meninas de chamasse Lia. A outra seria a Sofia, mas achei imensamente brega a rima dos dois nomes. Pensei em ligar pra você e perguntar a tua opinião, mas acham por aí que é inaceitável propor esse tipo de questão às 4:10 da madrugada.

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‘1922 – A semana que não terminou’, de Marcos Augusto Gonçalves

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Há algumas semanas muitos jornais publicaram matérias comemorativas dos 90 anos da Semana de Arte Moderna, ocorrida em fevereiro de 1922.

Ler tanto conteúdo sobre o mesmo assunto me despertou a curiosidade para saber mais do que as poucas laudas dos jornais me diziam sobre ter sido a semana que deu início ao movimento modernista brasileiro. O que tinha lido nos jornais mais as lembranças de algumas aulas de literatura que tive nos longíquos anos colegiais era todo o conhecimento que tinha sobre o modernismo.

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‘Drive’, de Nicolas Winding Refn

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‘Drive’ é extasiante, para se dizer o mínimo.

Quem assina esse grandioso filme de ação é o diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn, vencedor do prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes em 2011. ‘Drive’ é a primeira produção de destaque de Refn.

O enredo é simples e baseado no livro homônimo de James Sallis: Um motorista (que curiosamente não tem seu nome mencionado, interpretado por Ryan Gosling) que trabalha como mecânico de carros, dublê de filmes de ação e também dirige para assaltantes durante suas fugas – sem no entanto envolver-se nos crimes – conhece Irene e seu filho Benicio. Surge um clima leve entre os dois, mas antes que aconteça alguma coisa Irene conta ao motorista que o pai de Benicio, Standard, está na prisão, de onde rapidamente volta devendo dinheiro a uma gangue. Na tentativa de ajudar Standard, o motorista se mete num circo de ciladas e mentiras. A partir daí ele não mede esforços para proteger Irene e Benício de acordo com seu próprio código de conduta.

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